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Negociação da Revisão da Carreira termina esta semana
Negociação da Revisão da Carreira termina esta semana
Depois da reunião de dia 9 de Junho, no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior entre a FNE e o Ministro da tutela, não foi possível determinar uma formulação final para os diplomas de revisão dos estatutos das carreiras docentes do ensino superior universitário e politécnico; ficou então estabelecido que todas as organizações sindicais seriam chamadas para uma ronda de negociação suplementar, a ocorrer no dia 17 de Junho.
O SPZCentro/FNE e os restantes sindicatos da UGT que integram esta mesa negocial no âmbito da FESAP registaram que tem verificado uma evolução positiva em relação às versões iniciais dos documentos em apreço, pelo que se consideraram úteis e frutíferas as reuniões realizadas, pese embora o facto de considerarem que a negociação de diplomas desta dimensão e importância deveria ter ocorrido em tempo mais dilatado. Entendendo a urgência de dar resposta a exigências criadas por legislação genericamente determinada para a totalidade da administração pública, é convicção do SPZCentro/FNE que poderiam ter sido encontradas melhores soluções se se tivesse podido dispor de mais tempo para equacionar outras soluções. Mantêm-se, na versão que foi debatida nesta reunião, alguns pontos críticos e preocupantes. Com efeito, embora se devam respeitar condições que favoreçam a autonomia das Instituições, não parece que neste diploma se possam deixar por regular alguns aspectos relevantes, deixando-os para o campo de decisão dos regulamentos dessas Instituições. Preocupa, com efeito, que, por essa via, possam ser determinadas orientações que se revelem penalizadoras dos docentes ou que não respeitem as suas condições de trabalho, nomeadamente em termos de elaboração de horários e de processo de avaliação de desempenho. Foi reiterada, deste modo, a opinião de que se deveria estabelecer, por exemplo, uma matriz relativa à estrutura dos horários e às respectivas cargas horárias.
Foi também sublinhado que se deve assegurar que os vínculos e as condições de trabalho não são prejudicados nas novas formas que vierem a revestir as instituições de ensino superior, nomeadamente na eventual forma de fundação.
Continuou-se a discordar da opção por não garantir nestes diplomas o princípio de que seja assegurada a “tenure” (estatuto reforçado de estabilidade de emprego) aos professores auxiliares e aos professores adjuntos que procedem de um regime em que estavam em situação de nomeação definitiva.
O SPZCentro/FNE demonstrou também a sua preocupação pelos efeitos negativos, particularmente ao nível do desemprego, que possam decorrer de soluções que têm sido preconizadas pelo MCTES, em termos de regimes transitórios.
Deste modo, aguardam-se os textos finais do MCTES, não deixando de, na negociação suplementar, continuar a exigir a consideração das reivindicações essenciais que tem vindo a apresentar.
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Cuidados de saúde no estrangeiro
Cuidados de saúde no estrangeiro
Se está coberto por um regime de segurança social nacional, a coordenação dos sistemas de segurança social a nível da UE oferece-lhe, a si e à sua família, uma cobertura de doença no estrangeiro, tanto em períodos de férias como em estadas mais prolongadas.
A minha instituição de seguro de doença cobre o custo dos cuidados de saúde de que eu necessite noutros Estados europeus?
Há dois cenários possíveis:
Tratamentos imprevistos (Cartão Europeu de Seguro de Doença) - Qualquer tratamento médico imprevisto de que possa necessitar noutro país europeu, está coberto pelo Cartão Europeu de Seguro de Doença.
OU Tratamentos programados - Se viajar para outro país europeu com o objectivo específico de receber tratamento médico, os seus custos poderão ser cobertos mediante autorização.
Consulte o site da Comissão Europeia para o Emprego, Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades em : http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=509&langId=pt
ou ainda o Portal de Saúde da UE: http://ec.europa.eu/health-eu/index_pt.htm
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SPZCentro exige retroactivos nas pensões
SPZCentro exige retroactivos nas pensões
O Governo ainda não esclareceu como ou quando vai corrigir a norma que está a penalizar as novas pensões.
O SPZCentro, exige que o valor das pensões atribuídas desde o início de 2008 seja corrigido.
Em causa está uma alteração ao Estatuto de Aposentação, em vigor desde Janeiro do ano passado, que, segundo o provedor de Justiça, está a penalizar as pensões.
A norma veio antecipar o acto determinante para aposentação: a data de referência passou a ser a do momento em que a Caixa Geral de Aposentações recebe o requerimento.
Porém, a alteração não salvaguardou a relevância do trabalho prestado depois desse momento.
Nos meses em que aguardam a aprovação da aposentação os funcionários estão, na prática, a fazer descontos que não são contabilizados para o cálculo da pensão.
Confrontado com a questão, o Governo comprometeu-se a alterar a lei.
O Ministério das Finanças continua, contudo, sem esclarecer como ou quando.
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