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Professores estão no terceiro dia de manifestações regionais contra a avaliação
Também em Coimbra se juntaram milhares de professores, manifestando a sua discordância profunda com o
modelo de avaliação que em nenhuma escolas está a decorrer com
normalidade. A marcação destas acções foi feita fora do horário
lectivo, para não prejudicar as aulas.
Para dia 3 de Dezembro continua marcada uma greve nacional de docentes, que a Plataforma prevê que seja a maior de sempre em Portugal.
Também está marcada
uma vigília de 2 dias em frente ao Ministério da Educação, nos dias 4 e
5 de Dezembro.
Estão ainda agendadas greves
regionais para os dias 9, 10, 11 e 12 de Dezembro.
Em Aveiro...


Em Viseu...


Em Castelo Branco...



AGENDA DE PROTESTOS
MANIFESTAÇÕES REGIONAIS
Lisboa e Vale do Tejo - dia 27 Novembro
Lisboa: 18h30 - Av. 5 de Outubro (frente ao ME)
Santarém: 21h00 - Largo do Seminário
Setúbal: 21h00 - A. Luísa Todi (frente ao Governo Civil)
Caldas da Rainha: 21h00 - Praça da Fruta
Sul (Alentejo e Algarve) - dia 28 Novembro
Portalegre: 18h00 - Praça da Repúblia
Évora: 17h30 - Praça do Sertório
Beja: 17h30 - Largo de S. João
Faro: 20h30 - Coreto do Jardim Manuel Bivar
Greves
| GREVE NACIONAL | GREVES REGIONAIS |
|
3 de Dezembro
|
Norte: 9 de Dez. Centro: 10 de Dez. Lisboa e Vale do Tejo: 11 de Dez. Sul: 12 de Dez.
|
Aulas Assistidas - Pré-Aviso de Greve
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Professores estão no segundo dia de manifestações regionais contra a avaliação
Tem-se verificado uma fortissima mobilização dos docentes para estas
formas de protesto. Nas diversas capitais as manifestações continuam a
horas diferenciadas mas todas consistem em Plenário e Moção a ser
aprovada.
Em causa está a discordância profunda com o
modelo de avaliação que, aliás, em nenhuma escolas está a decorrer com
normalidade. A marcação destas acções foi feita fora do horário
lectivo, para não prejudicar as aulas.
Para dia 3 de Dezembro continua marcada greve nacional e greves
regionais para os dias 9, 10, 11 e 12 de Dezembro. Também está marcada
uma vigília de 2 dias em frente ao Ministério da Educação, nos dias 4 e
5 de Dezembro.
AGENDA DE PROTESTOS
MANIFESTAÇÕES REGIONAIS
Lisboa e Vale do Tejo - dia 27 Novembro
Lisboa: 18h30 - Av. 5 de Outubro (frente ao ME)
Santarém: 21h00 - Largo do Seminário
Setúbal: 21h00 - A. Luísa Todi (frente ao Governo Civil)
Caldas da Rainha: 21h00 - Praça da Fruta
Sul (Alentejo e Algarve) - dia 28 Novembro
Portalegre: 18h00 - Praça da Repúblia
Évora: 17h30 - Praça do Sertório
Beja: 17h30 - Largo de S. João
Faro: 20h30 - Coreto do Jardim Manuel Bivar
Greves
| GREVE NACIONAL | GREVES REGIONAIS |
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3 de Dezembro
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Norte: 9 de Dez. Centro: 10 de Dez. Lisboa e Vale do Tejo: 11 de Dez. Sul: 12 de Dez.
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Aulas Assistidas - Pré-Aviso de Greve
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Os professores não se deixam enganar
O Ministério da Educação pretende, teimosamente, manter o seu modelo de avaliação que assenta em dois princípios inaceitáveis:
1. o de que os professores se dividem em duas categorias;
2. o de que o mérito do desempenho docente depende de quota e/ou de vaga disponível.
Mas o modelo de avaliação do ME não é rigoroso, nem exequível e a prová-lo está o facto de necessitar de ser "simplificado" de cada vez que se aplica.
Porém, a "simplificação" que o ME propõe está armadilhada e os professores não podem cair nas armadilhas:
1. dispensa os professores da avaliação do seu desempenho pedagógico, deslocando-a para os aspectos exclusivamente administrativos, salvo requerimento em contrário;
2. por outro lado, impõe, a quantos pretendam ter "Excelente" ou "Muito Bom" (um direito que assiste a todos) a aplicação integral do modelo (excepção, este ano, para o parâmetro dos "resultados e abandono escolares"). Contudo, ainda que os professores se submetam a todo o processo, nada garante essas "menções", pois estão sujeitas às quotas de 5% e 20%, respectivamente;
3. não cria condições mais favoráveis de horário para os avaliadores, pois o eventual pagamento de algumas horas extraordinárias não alivia a sua sobrecarga de trabalho;
4. prevê a aplicação do SIADAP 2 aos presidentes dos órgãos de gestão, o que iria contrariar o Decreto Regulamentar 2/2008, não seria aplicável num momento em que o mandato já se encontra em recta final (não permitindo os procedimentos iniciais previstos) e apenas constituiria uma forma de pressão e ameaça sobre os professores que presidem aos conselhos executivos. Os Sindicatos recorrerão aos Tribunais se esta disposição se mantiver;
5. cria um regime de excepção para este ano. Contudo, segundo palavras da própria Ministra, aplicar-se-á na íntegra, apenas com alguns ajustes, já a partir do próximo.
Até este momento, não houve qualquer recuo ou cedência significativa do M.E., mas apenas a tentativa de garantir a aplicação de um modelo de avaliação que os professores rejeitam e as escolas suspendem.
Os Sindicatos de Professores assumirão, sexta-feira, nas reuniões com o ME, as posições daqueles que representam:
1. Suspensão do actual modelo de avaliação! (pressuposto prévio de verificação obrigatória).
2. Negociação de uma alternativa formativa de qualidade, cientificamente capaz e pedagogicamente adequada.
Os Sindicatos admitem uma solução transitória para o ano em curso que evite o vazio legislativo e/ou um acto meramente administrativo.
Nesta matéria não há espaço para soluções intermédias, nem entendimentos que não passem pela suspensão imediata do actual modelo. É essa a vontade dos Professores e o compromisso dos Sindicatos.
A suspensão deste modelo de avaliação não pode continuar a ser adiada! A obstinação da Senhora Ministra da Educação não pode continuar a criar dificuldades ao normal funcionamento das escolas.
Os Sindicatos de Professores
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