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UGT REJEITA ALTERAÇÃO AOS DESPEDIMENTOS APROVADA EM CONSELHO DE MINISTROS

UGT REJEITA ALTERAÇÃO AOS DESPEDIMENTOS APROVADA EM CONSELHO DE MINISTROS

UGTFace ao distanciamento do Governo relativamente às propostas e reivindicações da UGT na negociação da proposta de alteração aos regimes dos despedimentos por extinção do posto de trabalho e por inadaptação, o Secretariado Executivo da UGT emitiu um comunicado onde revela os motivos da rejeição desta alteração proposta pela tutela.

Entende a UGT que o Governo mantém critérios subjetivos, centrados nas necessidades das empresas e não dos trabalhadores, e que resultam numa excessiva margem de discricionariedade dos empregadores.

Em comunicado a UGT considera que esta proposta diminui e precariza ainda mais a proteção dos trabalhadores.

Consultar aqui o comunicado da UGT- 13-02-2014
http://www.fne.pt/upload/UGT/UGT_comunicado_13_02_2014.pdf

Face ao distanciamento do Governo relativamente às propostas e reivindicações da UGT na negociação da proposta de alteração aos regimes dos despedimentos por extinção do posto de trabalho e por inadaptação, o Secretariado Executivo da UGT emitiu um comunicado onde revela os motivos da rejeição desta alteração proposta pela tutela.

FSUGT exige respeito pelo horário dos professores do particular

FSUGT exige respeito pelo horário dos professores do particular

A Frente de Sindicatos da UGT para a Educação (FSUGT) não vai permitir que se mantenha a atual desregulação do horário de trabalho dos professores do ensino particular e cooperativo. Em causa está a interpretação que tem sido feita pelas escolas relativamente à aplicação de tempos letivos de 60 minutos. Ao abrigo do Decreto-Lei nº 139/2012 que reconheceu a autonomia dos estabelecimentos de ensino na organização dos tempos letivos, temos assistido a casos de abuso e desrespeito pelo tempo de trabalho dos docentes.

Esta tarde,em Lisboa, reuniu a FSUGT e decidiu avançar com uma proposta conjunta a enviar a AEEP – Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo no sentido de combater as situações de desregulação do horário de trabalho dos professores do ensino particular e garantir o cumprimento do horário de 35 horas semanais.

Na reunião estiveram presentes José Ricardo, da FNE/ SPZC, Francisco Clemente, do SINAPE e António Tojo do SINDEP.

http://www.fne.pt/content/item/show/id/6331

A Frente de Sindicatos da UGT para a Educação (FSUGT) não vai permitir que se mantenha a atual desregulação do horário de trabalho dos professores do ensino particular e cooperativo. Em causa está a interpretação que tem sido feita pelas escolas relativamente à aplicação de tempos letivos de 60 minutos. Ao abrigo do Decreto-Lei nº 139/2012 que reconheceu a autonomia dos estabelecimentos de ensino na organização dos tempos letivos, temos assistido a casos de abuso e desrespeito pelo tempo de trabalho dos docentes.

Índice 245

ÍNDICE 245

 
Colegas!

O SPZCentro intentou em Outubro de 2011, acção judicial no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra tendo em vista o reconhecimento do direito dos Docentes do índice 245 a serem integrados no índice 272. Até ao presente não houve nenhuma decisão transitada em julgado neste processo, como não houve em nenhum outro processo com o mesmo fim.

O SPZCentro, sem demagogias e logo que seja proferida decisão definitiva dará da mesma conhecimento aos seus associados.