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PROTOCOLO SPZC - LADO A LADO
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Descontos:
20% em todos os serviços de apoio domiciliário
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MISSÃO
A LADO A LADO pretende ser uma resposta social que visa a prestação de cuidados individualizados e personalizados no domicílio, a idosos, adultos ou famílias, quando, por motivos de doença, deficiência ou outros impedimentos, não possam assegurar temporária ou permanentemente, a satisfação das necessidades básicas e/ou atividades de vida diária. Apoia ainda as famílias ou os indivíduos que se encontrem em situação de maior isolamento, dependência ou marginalização social.
Ambiciona a excelência nas suas áreas de atuação e ser reconhecida pela sua competência e profissionalismo.
DIR UNIDADE | Mª João Janicas
+351 915 938 104 | mariajoao@ladoalado.pt
DIR TÉCNICA | Elsa Bento
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AJUDANTES FAMILIARES | ASSISTENTE SOCIAL | ENFERMAGEM
Serviços temporários ou permanentes.
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SERVIÇOS AO DOMICÍLIO - SERVIÇOS DE BEM ESTAR
Acompanhamento na higiene pessoal
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Apoio no levante e no deitar
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ALIMENTAÇÃO
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Acompanhamento Controlo de dietas
SERVIÇOS DE SAÚDE
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Urge parar política de saque e de empobrecimento do país
Urge parar política de saque e de empobrecimento do país
Cada vez que são detetadas inconstitucionalidades, é com desfaçatez e total impunidade que o Governo descarrega a fúria sobre os trabalhadores da Administração Pública. É uma atitude persecutória inominável
O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) não aceita que este Governo queira impor mais uma vez aos Funcionários Públicos e Pensionistas um corte brutal nos seus salários e pensões.
Ano após ano, e com a justificação da transitoriedade, este Governo tem vindo a diminuir de forma insuportável o valor dos salários e pensões dos Funcionários Públicos e Pensionistas, nomeadamente dos Educadores e Professores.
É de enorme gravidade o que as medidas constantes do Orçamento do Estado (OE) para 2014, agora alteradas, significam para todos os Educadores e Professores, uma vez que têm sido eles os alvos principais desta política de saque e empobrecimento generalizado de todos os portugueses.
O SPZC não se conforma, pois, com mais esta extorsão brutal com que Educadores e Professores estão hoje confrontados. Este ano, com cortes salariais que chegam aos 12 por cento, acréscimos de descontos para a ADSE de 3,5 por cento, aumento de escalões de IRS e diminuição das respectivas deduções fiscais, atingirá para muitos docentes uma redução salarial líquida próxima de €500.
Acresce ainda que para os Educadores e Professores Aposentados o aumento da Contribuição Especial de Solidariedade que incidirá sobre as pensões a partir de €1.000 euros será em média de cerca de 10 por cento.
Um verdadeiro “roubo” que o Governo de forma capciosa preparou para os portugueses e que está a transformar os Educadores e Professores, que foram e são responsáveis dela formação académica e cultural deste país, em indigentes da sociedade que ajudaram a construir.
Esta atitude do Governo, desrespeitadora dos mais elementares direitos dos portugueses, merece o nosso mais veemente repúdio e contestação.
O SPZC manifesta desde já a todos os seus associados que irá, no seio das organizações em que se encontra filiado, nomeadamente UGT e FNE, desenvolver todos os esforços para que estas decisões constantes do OE possam vir a ser apreciadas em sede de Tribunal Constitucional.
Os Educadores e Professores não podem continuar a ser penalizados. De cada vez que o Tribunal Constitucional declara a inconstitucionalidade de alguma norma que ponha em causa a estratégia orçamental do Governo, é sobre os Funcionários Públicos que este executivo descarrega a sua fúria.
É tempo de parar com esta atitude persecutória. O SPZC denunciará e procurará por todas as formas ao seu alcance que estas atitudes desrespeitadoras dos direitos dos Educadores e Professores sejam revogadas.
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SPZC exige respeito pelos Educadores e Professores portugueses
SPZC exige respeito pelos Educadores e Professores portugueses
Declarações do ministro da Educação são infelizes e contraditórias
O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) reprova as afirmações produzidas ao canal público de televisão pelo ministro da Educação relativamente à qualidade da formação inicial dos docentes.
Aliás, na mesma intervenção Nuno Crato produziu afirmações contraditórias e que desmentem as suas próprias declarações.
Na verdade, ao sublinhar a melhoria dos resultados PISA, comparativamente com muitos países do Mundo, que se têm verificado nos últimos anos, o ministro da Educação reconhece implicitamente o contributo de todos os Educadores e Professores.
O SPZC lamenta a falta de cuidado do principal responsável pela Educação em Portugal e a leviandade com que generalizou afirmações sobre Educadores e Professores.
Portugal tem hoje, como o projecto PISA comprova, uma substancial evolução ao nível dos resultados académicos, e isso deve-se à competência e trabalho dos Educadores e Professores.
O responsável pela pasta da Educação em Portugal não pode esquecer-se disso!
O SPZC rejeita veementemente as afirmações produzidas e exige respeito de todos os responsáveis políticos pelos Educadores e Professores.
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