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Governo inflexível na negociação suplementar para a Administração Pública
Em reunião com o SINTAP, no âmbito da negociação suplementar, o Governo manteve a sua proposta inicial de 2,1% para os aumentos dos trabalhadores da Administração Pública.
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Governo mantém a sua propositura negocial de rigidez, imposição e insensibilidade social
Governo mantém a sua propositura negocial de rigidez, imposição e insensibilidade social
A manutenção da sua proposta inicial de revisão salarial para 2008 bem como a forte penalização dos pensionistas são a prova que o Governo mal trata os seus trabalhadores e pensionistas.
Ao dar por terminadas, hoje, as negociações sobre a revisão salarial e pensões par 2008 mantendo os valores da sua primeira proposta Primeiro Ministro não cumpre o seu anúncio em que nenhum trabalhador da administração pública iria perder poder de compra em 2008.
Este será mais um ano sem aumento real dos salários e pensões na administração pública.
Governo continua a alegar problemas orçamentais mas o que verificamos:
- - os encargos, em termos acumulados de 2004 a 2008 com a aquisição de serviços crescem 3.750 milhões de euros;
- - as despesas com os salários neste período caíram em média, 0,3%, mas os encargos dispararam 22%;
- - aceleraram os encargos com o pessoal contratado a termo, portanto fora do quadro, acréscimo esse que está previsto continuar, em 2008, na ordem dos 40 milhões de euros.
Estas são algumas das realidades que se podem constatar.
Este foi um processo iniciado e terminado pelo Governo em que o respeito pela negociação colectiva não se teve lugar.
Este autismo, prepotência e desvalorização do papel dos parceiros sociais nós vamos continuar a denunciar. Não desistiremos por mais que o Governo tente menosprezar os efeitos da luta dos trabalhadores.
Apelamos à unidade de todos os docentes.
Colega, sindicalize-se no SPZCentro
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Resultados impõem mudanças no Sistema Educativo e na Organização das Escolas
O PISA (Programa Internacional para o Seguimento das Aprendizagens) foi lançado em 1997, pelos países membros da OCDE.
Pretende monitorizar, de uma forma regular, os sistemas educativos em termos do desempenho dos alunos, no contexto de um enquadramento conceptual aceite internacionalmente e recolher dados para fornecer indicadores comparativos sobre os sistemas educativos dos países membros da OCDE e outros países a ele aderentes.
O PISA avalia em que medida os adolescentes de 15 anos estão preparados a ultrapassar os desafios da sociedade do conhecimento.
O estudo assenta nos seguintes grandes princípios:
:: Literacia » que remete para a capacidade dos alunos em explorar o saber e o saber-fazer das matérias básicas e na análise, no raciocínio e na comunicação quando enunciam, resolvem e interpretam problemas em contextos diversos;
:: Periodicidade » que permite aos países seguir os progressos obtidos em termos da aprendizagem.
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