Hoje é dia: 24/04/2026

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A DEMONSTRAÇÃO DO DESCONTENTAMENTO E INDIGNAÇÃO

O SPZCentro congratula-se com a participação dos Docentes nesta jornada de luta e, em particular, com a resposta dada pelos seus associados ao apelo que lhes dirigimos.

Compete, agora, ao Governo reflectir sobre as causas que estiveram na origem desta greve, que tenta camuflar através de dados virtuais, e inverter a sua atitude prepotente e anti-negocial com que tem tratado as organizações sindicais e, consequentemente, os Docentes.

 

O SPZCentro vai continuar firme nas suas justas reivindicações:

- na alteração de um ECD altamente penalizador para a classe docente; contra um sistema de avaliação de desempenho burocrático, penalizador não reconhecendo efectivamente o mérito;

- contra um sistema de quotas;

- contra uma prova de ingresso na carreira que mais não pretende ser que um primeiro método de eliminação;

- contra o aumento sistemático da carga horária ao nível dos estabelecimentos; contra todas as imposições nas restantes matérias, sejam elas de natureza salarial ou relacionadas com as condições de trabalho;

- contra a degradação das pensões bem como a falta de sensibilidade social.

 

O SPZCentro continuará a demonstrar a sua total disponibilidade e empenhamento para a negociação e concertação Social, desafiando o Governo/ME para que se disponibilize para uma efectiva e séria negociação colectiva a que temos direito.

 

A UNIDADE / LUTA TEM DE CONTINUAR SÓ É POSSÍVEL COM A SINDICALIZAÇÃO

ADERE AO SPZCentro… a força da razão!

A Direcção

Razões da Greve

PLATAFORMA SINDICAL DOS PROFESSORES

  

AS RAZÕES DOS PROFESSORESPARA ADERIREM À GREVE DE DIA 30

 

FENPROF, FNE, SPLIU, SEPLEU, ASPL, FENEI, PRÓ-ORDEM, SINAPE, SIPPEB e SIPE exortam todos os professores, educadores e investigadores a aderirem à Greve Geral da Administração Pública do próximo dia 30 de Novembro.Aderindo à greve, os docentes e investigadores portugueses manifestarão o seu veemente protesto contra mais uma anunciada desvalorização salarial (a actualização de 2.1%, em 2008, sendo inferior à inflação reduzirá, ainda mais, o salário real, após as sucessivas reduções decorrentes de “aumentos” zero ou residuais e de 2,5 anos de congelamento de carreiras) e contra a degradação das pensões de aposentação, a imposição da mobilidade especial e a negação das mais elementares regras de negociação.Aderindo à greve, os docentes também estarão a protestar contra uma política que, na Educação, se reflecte, designadamente na deterioração das condições de trabalho nas escolas, na imposição de horários impraticáveis e pedagogicamente absurdos, na redução ou liquidação de direitos profissionais através da imposição de novas regras de carreira, na asfixia financeira para que se remetem as instituições de ensino superior e na tentativa de reduzir direitos sindicais e de participação.A Greve Geral da Administração Pública terá, também para os docentes e investigadores, um carácter de exigência e de protesto, razão por que estes saberão dar-lhe uma expressão adequada à dimensão e gravidade da actual situação laboral, social e profissional cuja responsabilidade reside na política do Governo. 

 

NOTA: Todas as pressões feitas sobre os professores para que não adiram à greve são ilegítimas, podendo mesmo constituir uma situação de crime punível por lei.

A adesão à greve não carece de comunicação prévia, autorização, elaboração de planos de aula e não pode ser registada no registo biográfico. Recorda-se, ainda, que nenhum trabalhador em greve pode ser substituído nas suas funções.

 

A Plataforma Sindical dos Professores

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UGT acusa Governo de "impor" aumento salarial de 2,1% , baseado em inflação "irrealista"

O secretário-geral da UGT, João Proença, acusou hoje o Governo de "impor" um aumento salarial de 2,1 por cento aos funcionários públicos, baseado numa previsão de inflação "irrealista".  "Não houve negociação, houve uma imposição, pelo que os trabalhadores têm razões para estarem descontentes", afirmou João Proença, em conferência de imprensa para apresentar as conclusões do secretariado nacional da UGT."É claro que com um aumento salarial de 2,1 por cento os funcionários públicos vão voltar a perder poder de compra no próximo ano, ao contrário dos compromissos assumidos pelo próprio primeiro-ministro", sublinhou Proença.O dirigente sindical sustentou que a inflação prevista pelo Governo de 2,1 por cento para 2008 é "irrealista".O Governo abriu as negociações com os sindicatos da Função Pública com uma proposta de actualização salarial de 2,1 por cento, em linha com a inflação prevista para 2008, um valor que manteve até ao encerramento das negociações.Neste sentido, João Proença acredita que a greve do próximo dia 30 de Novembro vai mostrar "o claro descontentamento dos trabalhadores com o comportamento do Governo no processo negocial".Os três sindicatos da Função Pública - Frente Comum (CGTP), Frente Sindical da Administração Pública e STE (ambos UGT) - convocaram uma greve para a próxima sexta-feira precisamente para protestar contra a intransigência do Governo no processo negocial."A greve pretende mudar o comportamento negocial do Governo", frisou João Proença.TSM.Fonte: (Lusa/Expresso) - 22 Nov  (Lusa/fim)O secretário-geral da UGT, João Proença, acusou o Governo de "impor" um aumento salarial de 2,1 por cento aos funcionários públicos, baseado numa previsão de inflação "irrealista".