Governo ultrapassa a decência política com anúncio de novos cortes
SPZC rejeita a imparável onda de desvalorização dos trabalhadores da Administração Pública. Sem sentido patriótico, os governantes continuam a vergar-se perante os agiotas internacionais e espoliam os seus concidadãos
O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) não aceita que o Governo português fomente uma política de desvalorização permanente da Administração Pública portuguesa.
Portugueses lançados no abismo A contínua e imparável insensibilidade do Governo, ora reforçada com as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, leva o país, os trabalhadores da Administração Pública, os reformados e os pensionistas ao precipício de que se desconhece o fundo O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) insurge-se contra as medidas hoje anunciadas pelo Governo, que revelam de forma cínica e iniludível a tirania económica em que os dirigentes políticos nos estão a mergulhar e a insensibilidade com que se sufoca a esperança de um País que um dia acreditou na Democracia.
O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) manifesta o seu mais profundo repúdio pela informação contida nas notícias divulgadas na Comunicação Social de que o Governo se prepara para aumentar o tempo de trabalho dos Professores.
FESAP começou a negociar com a tutela as mudanças nas relações laborais com o Estado
O Governo admite mudar as propostas de redução das indemnizações aos funcionários públicos que rescindam os contratos de trabalho
A reunião que teve lugar no dia 26 de Abril com o Secretário de Estado da Administração Pública (SEAP) abordou a mobilidade em geral, a mobilidade temporaria, a compensação pela cessação do contrato de trabalho a termo certo e termo indeterminado e a rescisão por mútuo acordo.
Submitted by Editor on Segunda, 19/12/2011 - 16:41
Foi com verdadeira estupefacção que o Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) tomou conhecimento das declarações do primeiro-ministro relativamente à falta de emprego dos docentes e à possibilidade aventada de emigrarem para os países lusófonos.
Ficou clara, desde logo, com a afirmação efectuada, a falta de estratégia deste Governo para lutar contra o desemprego dos jovens, nomeadamente na área da Educação.